Bolinha pra cá, bolinha pra lá

A russa Maria Kirilienko: bem melhor que a Kournikova, não?

A russa Maria Kirilienko: bem melhor que a Kournikova, não?

Tênis nunca foi um esporte que me provocou muita fissura. Minhas únicas tentativas de raquetadas foram no videogame e pouco me empolguei para acompanhar as notícias fora da grande fase do Guga. Mas se há algo que me atrai nesta nobre modalidade são as tenistas. As roupas quase sempre clarinhas, os micro-vestidos e saias que deixam as pernocas à vista e os rostos de meninas criadas a base de leite Ninho e pêra amassadinha. Desde os tempos de Gabriela Sabatini (que ficou muito melhor depois que se aposentou), passando por Martina Hingis e chegando ao atual domínio do leste europeu, especialmente das russas Anna Kournikova (que confesso: não acho lá grandes coisas) e Maria Sharapova (esta sim, merecedora da condição de deusa).

Este fascínio pelas atletas da raquete e da bolinha foi a inspiração para a minha primeira colaboração para o sensacional blog Placa Na Cueca, capitaneado por alguns amigos que dizem estar alocados num bunker na Hungria. No post, enumero cinco belas razões para se acompanhar tênis em 2009. Façam uma visitinha esperta aqui.

A polonesa Marta Domachowska num clique maroto

A polonesa Marta Domachowska num clique maroto

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